A MULHER “DE VERDADE” DE AMÉLIA

A TRANSGRESSÃO MORALIZADA DA RAINHA DO LAR

Autores/as

  • Juliana Farias Santos UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE
  • Débora dos Reis Silva Backes
  • Camila Barreto Cavalcante

Palabras clave:

Gênero, Educação, Papéis sociais, Escritas Feministas, Moral

Resumen

La escritura de este artículo nació de las inspiraciones provocadas por la historia y vida de Amélia Augusta Rodrigues do Sacramento. Mujer del interior bahiano, que se diferenció en su época por haber hecho más de lo que era permitido a las demás, aprendió no solo a leer y contar, sino una variedad de posibilidades de acceso a lecturas y materiales que la promovieron hacia una educación más allá del hogar. Este material inquieta y desea sacudir estructuras, cuestionando sobre qué puede el cuerpo mujer que está en casa, que lava y que pasa, trayendo autores como Silva (1997) y Alves (1998) en las narraciones sobre Amélia y entablando conversaciones con Deleuze, Foucault, Guacira Louro. Además de aquellos que se conectan en estas escrituras como Machado y De Souza Nascimento. Amélia fue movimientos de deber al devenir, su vida y la educación que defendía provocaba subversiones. Una escritura reveladora de paradojas.

Citas

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Publicado

18-08-2025

Cómo citar

Farias Santos, J., dos Reis Silva Backes, D., & Barreto Cavalcante, C. (2025). A MULHER “DE VERDADE” DE AMÉLIA: A TRANSGRESSÃO MORALIZADA DA RAINHA DO LAR. (Entre Paréntesis), 14(1). Recuperado a partir de https://publicacoes.unifal-mg.edu.br/revistas/index.php/entreparenteses/article/view/2430

Número

Sección

Artigos - Estudos Literários