A MULHER “DE VERDADE” DE AMÉLIA
A TRANSGRESSÃO MORALIZADA DA RAINHA DO LAR
Palabras clave:
Gênero, Educação, Papéis sociais, Escritas Feministas, MoralResumen
La escritura de este artículo nació de las inspiraciones provocadas por la historia y vida de Amélia Augusta Rodrigues do Sacramento. Mujer del interior bahiano, que se diferenció en su época por haber hecho más de lo que era permitido a las demás, aprendió no solo a leer y contar, sino una variedad de posibilidades de acceso a lecturas y materiales que la promovieron hacia una educación más allá del hogar. Este material inquieta y desea sacudir estructuras, cuestionando sobre qué puede el cuerpo mujer que está en casa, que lava y que pasa, trayendo autores como Silva (1997) y Alves (1998) en las narraciones sobre Amélia y entablando conversaciones con Deleuze, Foucault, Guacira Louro. Además de aquellos que se conectan en estas escrituras como Machado y De Souza Nascimento. Amélia fue movimientos de deber al devenir, su vida y la educación que defendía provocaba subversiones. Una escritura reveladora de paradojas.
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