LIVROS, MEMÓRIA E CENSURA
UMA LEITURA DE “BIBLIOTECA MALDITA”, DA ARTISTA MARILÁ DARDOT
Palabras clave:
silencio, memoria, olvido, Biblioteca Maldita, Marilá DardotResumen
En diferentes períodos, los libros fueron recogidos o quemados casi siempre como un acto ritual de amenaza al pensamiento de un pueblo, una forma casi teatral de afrenta a la memoria o una posibilidad metafórica de matar o anestesiar culturas y sociedades. Desde finales del siglo XX, el universo artístico ha visto proliferar producciones que tratan de la escritura, los libros, las bibliotecas y las ruinas, suscitando una simbología monumental como metáfora de las memorias y los olvidos. En 2017, la artista brasileña Marilá Dardot expuso la obra/instalación “Biblioteca Maldita”, compuesta por 15 libros escritos por mujeres que fueron prohibidos en Portugal durante el régimen dictatorial del Estado Novo. El objetivo de este trabajo es proponer una lectura de la obra de Dardot a partir de la presencia de los libros, la escritura y de conceptos como el silencio, la memoria y el olvido.
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