EL DISCURSO METAFÍSICO DEL LOCO FINGIDO EN LA OBRA DRAMÁTICA EL CUERDO LOCO DE LOPE DE VEGA

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.32988/rep.v2i5.518

Palabras clave:

Teatro do Século de Ouro, Lope de Vega, El cuerdo loco, Metafísica, loucura

Resumen

Resumo: Na obra dramática El cuerdo loco (1605), Lope de Vega coloca em cena alguns conflitos políticos próprios de um ambiente de corte. Nesse contexto, o Príncipe Antonio utiliza a simulação da loucura para compor uma série de discursos a seu favor e, ao mesmo tempo, contra seus inimigos. O objetivo deste artigo é o de analisar um discurso específico, em que o príncipe baseia-se na Metafísica para demonstrar que somente finge ser um louco e que se encontra em seu pleno juízo. Como resultado, será possível colocar em evidencia o engenho do dramaturgo para compor e, sobretudo, incluir na boca de suas personagens reflexões de caráter metafísico.

Biografía del autor/a

  • Ana Aparecida Teixeira de Souza, Universidade de São Paulo
    Doutora em Letras pela Universidade de São Paulo

Publicado

2017-02-16

Número

Sección

Artigos - Estudos Literários

Cómo citar

Teixeira de Souza, A. A. (2017). EL DISCURSO METAFÍSICO DEL LOCO FINGIDO EN LA OBRA DRAMÁTICA EL CUERDO LOCO DE LOPE DE VEGA. (Entre Paréntesis), 5(2). https://doi.org/10.32988/rep.v2i5.518

Artículos similares

1-10 de 245

También puede Iniciar una búsqueda de similitud avanzada para este artículo.