Políticas Desenvolvimentistas no Brasil
o II Plano Nacional de Desenvolvimento e a Nova Matriz Econômica em Perspectiva Comparada
DOI:
https://doi.org/10.5281/zenodo.21939855Palabras clave:
Desenvolvimentismo, II Plano Nacional de Desenvolvimento, Nova Matriz Econômica, Política industrial, Intervenção estatal, Desenvolvimento econômicoResumen
El artículo analiza comparativamente las políticas económicas de los gobiernos de Ernesto Geisel (1974–1979), Luiz Inácio Lula da Silva (2003–2006; 2007–2010) y Dilma Rousseff (2011–2014; 2015–2016), tomando como eje la relación entre restricción externa, estrategia de financiamiento y centralidad de las finanzas. La cuestión central consiste en identificar aproximaciones y diferencias entre estas experiencias. Se trata de un estudio cualitativo, fundamentado en revisión de literatura y datos secundarios del Banco Central de Brasil, del Ministerio de Hacienda (2010; 2011) y del Ipea/Ipeadata. El análisis se organiza a partir de las respuestas a los choques externos y de los límites estructurales impuestos por el sistema financiero. Los resultados indican que, aunque en contextos distintos, los tres gobiernos buscaron promover el crecimiento con protagonismo estatal. En el gobierno Geisel, la respuesta al primer choque del petróleo se dio mediante un ajuste estructural financiado, materializado en el II Plan Nacional de Desarrollo (II PND), apoyado en el reciclaje de petrodólares y en el endeudamiento externo. En los gobiernos Lula I y II, se mantuvo el trípode macroeconómico combinado con políticas de estímulo a la demanda interna, favoreciendo la inversión, el consumo y la mejora distributiva. En el gobierno Dilma, la “Nueva Matriz Económica” enfrentó límites asociados a la centralidad de las finanzas y a la dificultad de reducir estructuralmente el costo del dinero. Se concluye que la viabilidad del desarrollismo depende de las condiciones internacionales y de la estructura interna de financiamiento.
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