CALDERÓN E A ALEGORIA DA CAVERNA: ASPECTOS PLATÔNICOS EM ‘LA VIDA ES SUEÑO’

Autores

  • Laísa Alves de Vasconcelos UNIFAL-MG
  • Kátia Aparecida da Silva Oliveira UNIFAL-MG

DOI:

https://doi.org/10.32988/rep.v1i2.209

Resumo

Ao lermos La vida es Sueño , de Pedro Calderón de la Barca, podemos notar alguns aspectos da Alegoria da Caverna (A República, Livro VII) entrelaçados à história de Segismundo, sua personagem central. Esses aspectos aparecem especialmente em três momentos da peça de Calderón de la Barca: quando, no primeiro ato, a personagem Segismundo está presa em uma torre; no segundo ato, quando Basílio, seu pai, o liberta momentaneamente e, por fim, quando Segismundo alcança liberdade completa. Porém, ao mesmo tempo em que Calderón utiliza a Alegoria de Platão, ele a modifica, criando outro sentido para a mesma. Esse trabalho tem como objetivo apontar esses distanciamentos e aproximações, analisando a maneira como o escritor espanhol modifica o sentido da Alegoria de Platão a fim de aproximá-la do pensamento de sua época.

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Publicado

2013-12-31

Edição

Seção

Artigos - Estudos Literários

Como Citar

CALDERÓN E A ALEGORIA DA CAVERNA: ASPECTOS PLATÔNICOS EM ‘LA VIDA ES SUEÑO’. (2013). Revista (Entre Parênteses), 2(1). https://doi.org/10.32988/rep.v1i2.209

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