O LEGADO DO ROCK EM RECIFE E O FANTASMA DO MANGUE: UMA ANÁLISE GEOGRÁFICA DO ROCK RECIFENSE CONTEMPORÂNEO (2020-2025)

Autores

DOI:

https://doi.org/10.29327/243949.6.12-9

Palavras-chave:

Geografia musical, Rock recifense, Fantasma do Mangue, Recife

Resumo

Este trabalho investiga as dinâmicas do rock recifense contemporâneo. Articula conceitos como mainstream e underground, em diálogo com os legados do Udigrudi e do Manguebeat. A metodologia envolveu levantamento teórico e entrevistas semiestruturadas com 9 representantes de projetos musicais de Recife e Região Metropolitana, com primeiro lançamento após 2020 e influência do rock. As respostas foram sistematizadas e analisadas em tabelas, gráficos. Os resultados indicam um underground plural, colaborativo e marcado por interações entre jovens, mas atravessado por desigualdades socioespaciais, concentração de espaços culturais e dependência das plataformas digitais. Observa-se a permanência simbólica do Manguebeat, entendida como "fantasma do Mangue". Conclui-se que não há consenso sobre uma cena definida de rock em Recife, embora haja intensa efervescência cultural. Esse resumo é um recorte do TCC do autor.

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Publicado

16-08-2026

Como Citar

FREIRE ALMEIDA, João Vitor. O LEGADO DO ROCK EM RECIFE E O FANTASMA DO MANGUE: UMA ANÁLISE GEOGRÁFICA DO ROCK RECIFENSE CONTEMPORÂNEO (2020-2025). Boletim Alfenense de Geografia, [S. l.], v. 6, n. 12, p. 173–194, 2026. DOI: 10.29327/243949.6.12-9. Disponível em: https://publicacoes.unifal-mg.edu.br/revistas/index.php/boletimalfenensedegeografia/article/view/3114. Acesso em: 24 ago. 2026.

Edição

Seção

7° Workshop de Geografia Cultural: Patrimônio cultural material e imaterial nos espaços urbanos e rurais na contemporaneidade