O LEGADO DO ROCK EM RECIFE E O FANTASMA DO MANGUE: UMA ANÁLISE GEOGRÁFICA DO ROCK RECIFENSE CONTEMPORÂNEO (2020-2025)
DOI:
https://doi.org/10.29327/243949.6.12-9Palabras clave:
Geografia musical, Rock recifense, Fantasma do Mangue, RecifeResumen
Este trabalho investiga as dinâmicas do rock recifense contemporâneo. Articula conceitos como mainstream e underground, em diálogo com os legados do Udigrudi e do Manguebeat. A metodologia envolveu levantamento teórico e entrevistas semiestruturadas com 9 representantes de projetos musicais de Recife e Região Metropolitana, com primeiro lançamento após 2020 e influência do rock. As respostas foram sistematizadas e analisadas em tabelas, gráficos. Os resultados indicam um underground plural, colaborativo e marcado por interações entre jovens, mas atravessado por desigualdades socioespaciais, concentração de espaços culturais e dependência das plataformas digitais. Observa-se a permanência simbólica do Manguebeat, entendida como "fantasma do Mangue". Conclui-se que não há consenso sobre uma cena definida de rock em Recife, embora haja intensa efervescência cultural. Esse resumo é um recorte do TCC do autor.
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