A DIMENSÃO ESPACIAL DA FLORICULTURA DO MUNICÍPIO DO RIO DE JANEIRO
DOI:
https://doi.org/10.29327/243949.6.11-7Palabras clave:
Floricultura, Rede Geográfica, Rio de Janeiro.Resumen
O artigo analisa a dimensão espacial da rede geográfica da produção, comercialização e consumo de flores e plantas ornamentais no município do Rio de Janeiro, destacando as interconexões entre os agentes envolvidos. Para isso, foi adotada uma abordagem qualitativa, baseada em observações diretas, entrevistas, visitas a instituições e análise dos dados fornecidos pela Emater-RJ, com foco nas áreas produtivas da Zona Oeste, especialmente Guaratiba. A delimitação espacial do estudo contou com o suporte dos dados quantitativos da Emater-RJ. Os resultados mostram que, embora a maior parte da produção fluminense seja consumida dentro do estado, ela também alcança mercados nacionais e internacionais, com a capital como principal centro de distribuição. A diversidade de espécies cultivadas e o potencial turístico reforçam a relevância econômica e paisagística da floricultura carioca. Persistem desafios, como a falta de políticas públicas específicas e de mão de obra qualificada.
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