MÁS ALLÁ DE LA ENSEÑANZA
PRÁCTICAS, CURSOS DE EXTENSIÓN Y OTRAS ACTIVIDADES COMPLEMENTARIAS, Y SU CONTRIBUCIÓN A LA FORMACIÓN EN CIENCIAS ECONÓMICAS
DOI:
https://doi.org/10.5281/zenodo.23894521Palabras clave:
Prácticas profesionales, Actividades complementarias, Ciencias EconómicasResumen
La formación del economista se desarrolla en un entorno caracterizado por rápidas transformaciones económicas y por la creciente complejidad de las exigencias profesionales, lo que requiere una articulación coherente entre los fundamentos teóricos y las experiencias prácticas. Ante este panorama, este trabajo analiza el papel de las actividades complementarias —entre ellas, las prácticas, los proyectos de extensión, las empresas junior y las ligas académicas— en la formación del licenciado en Ciencias Económicas. A través de una revisión bibliográfica, se discuten las contribuciones de estas prácticas al desarrollo de competencias técnicas y analíticas, así como a la integración entre teoría y práctica y a la ampliación de las oportunidades de inserción en el mercado laboral. El estudio señala que, aunque las prácticas no son obligatorias según las Directrices Curriculares Nacionales del programa, representan un componente formativo esencial, especialmente debido a las lagunas prácticas que aún persisten en la formación de grado y a las exigencias actuales de cualificación profesional. Del mismo modo, las demás actividades complementarias también pueden tener una gran relevancia al favorecer el protagonismo de los estudiantes, el pensamiento crítico y el compromiso social. Así, se concluye que fomentar la integración estructurada de estas experiencias en el itinerario académico es fundamental para la formación de economistas más completos, críticos y alineados con las exigencias sociales y económicas actuales.
Referencias
ARAÚJO, C. R. C.; LOPES, R. E.; OLIVEIRA, A. C.: SILVEIRA, N. C.. Contribuição das ligas acadêmicas para o processo ensino-aprendizagem na graduação em enfermagem. RETEP – Revista Tendências da Enfermagem Profissional, v. 10, n. 3, p. 3–8, 2018. Disponível em: https://www.coren-ce.org.br/wp-content/uploads/2019/11/Contribui%C3%A7%C3%A3o-das-Ligas-Acad%C3%AAmicas-para-o-processo-ensino-aprendizagem-na-gradua%C3%A7%C3%A3o-em-enfermagem.pdf. Acesso em: 9 nov. 2025.
BARDIN, L. Análise de conteúdo. São Paulo: Edições 70, 2011.
BHERING, G. M. A atuação em empresa júnior e sua influência no desenvolvimento das competências do futuro do mercado de trabalho. Monografia (Graduação em Administração) - Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa (IDP), 2024. Disponível em: <https://repositorio.idp.edu.br/handle/123456789/5182>. Acesso em: 07 nov. 2025.
BOMFIM, A. S.; SANTANA-JUNIOR, G. O profissional de Economia: importância do estágio e desafios do mercado de trabalho. Cadernos de Ciências Sociais Aplicadas, v. 20, n. 35, p. 123-131, 2023. DOI: https://doi.org/10.22481/ccsa.v20i35.12682
BRASIL. Conselho Nacional de Educação. Câmara de Educação Superior (CNE/CES). Resolução CNE/CES nº 7, de 18 de dezembro de 2018. Estabelece as Diretrizes para a Extensão na Educação Superior Brasileira e a curricularização da Extensão. Brasília, DF: Diário Oficial da União, 20 dez. 2018. Seção 1, p. 28.
BRASIL. Constituição (1988). Constituição da República Federativa do Brasil. Brasília, DF: Senado Federal, 1988. Disponível em: <https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm>. Acesso em: 12 nov. 2025.
BRASIL. Decreto N° 31.794, de 17 de novembro de 1952. Dispõe sôbre a regulamentação do exercício da Profissão de Economista, regida pela Lei nº 1.411 de 13 de agôsto de 1951, e dá outras providências. Diário Oficial da União, Rio de Janeiro, 22 nov. 1952. Disponível em: <https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto/1950-1969/d31794.htm>. Acesso em: 05 fev. 2026.
BRASIL. Lei nº 11.788, de 25 de setembro de 2008. Dispõe sobre o estágio de estudantes; altera a redação do art. 428 da Consolidação das Leis do Trabalho – CLT, aprovada pelo Decreto-Lei no 5.452, de 1º de maio de 1943 (...). Diário Oficial da União, Brasília, DF, 26 set. 2008. Disponível em: <https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2008/Lei/L11788.htm>. Acesso em: 14 nov. 2025.
BRASIL. Ministério da Educação. Conselho Nacional de Educação. Câmara de Educação Superior. Resolução nº 4, de 13 de julho de 2007. Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Ciências Econômicas, bacharelado, e dá outras providências. Diário Oficial da União: seção 1, Brasília, DF, 13 jul. 2007. Disponível em: <https://www.gov.br/mec/pt-br/cne/pdf/normas-classificadas-por-assunto/diretrizes-curriculares-cursos-de-graduacao/rces004_07.pdf>. Acesso em: 05 fev. 2026.
BRASIL. Presidência da República. Lei nº 13.005, de 25 de junho de 2014. Aprova o Plano Nacional de Educação – PNE e dá outras providências. Brasília, DF: Presidência da República, 2014. Disponível em: <https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2014/lei/l13005.htm>. Acesso em: 07 nov. 2025.
BRASIL. Resolução nº 7, de 18 de dezembro de 2018. Estabelece as Diretrizes para a Extensão na Educação Superior Brasileira e regimenta o disposto na Meta 12.7 da Lei nº 13.005/2014, que aprova o Plano Nacional de Educação – PNE 2014-2024 e dá outras providências. Diário Oficial da União, Brasília, 19 dez. 2018. Disponível em: <https://www.gov.br/mec/pt-br/cne/pdf/resolucoes-do-cne/ces/2018/rces007_18.pdf>. Acesso em: 07 nov. 2025.
CAPRA, F. As conexões ocultas: ciência para uma vida sustentável. São Paulo: Cultrix, 2002.
CAVALCANTE, A. S. P.; MACIEL, G. P.; MARINHO, M. N. A. S. B.; SILVA, M. R. F.; VASCONCELOS, M. I. O.. Organização de Ligas Acadêmicas: uma análise a partir de cursos de graduação da área da saúde. Revista Ibero-Americana de Saúde Integrativa, v. 1, n. 00, e024004, 2024. DOI: https://doi.org/10.47519/risi.v1i00.4
CESCONETTO, S. M. M.; NUNES, T. S.; MORETTO NETO, L.. As Empresas Juniores no Desenvolvimento de Competências Empreendedoras e Gerenciais. Revista de Administração da UEG, v. 3, n. 2, 2013. Disponível em: <https://www.revista.ueg.br/index.php/revista_administracao/article/view/1099>. Acesso em: 12 nov. 2025.
COLOMBO, I. M.; BALLÃO, C. M.. Histórico e aplicação da legislação de estágio no Brasil. Educar em Revista, Curitiba , n. 53, p. 171-186, 2014. DOI: https://doi.org/10.1590/0104-4060.36902.
CORDEIRO, A. P. P.; CURE, G. G.; QUINTANA, C. G.. Empresas Juniores: barreiras e potencialidades frente a uma Instituição de Ensino Superior pública. Revista Ciência em Extensão, v. 19, p. 72-96, 2025. DOI: https://doi.org/10.23901/1679-4605.2025v19n1p72-96.
COSTA, F. N. Formação do economista no Brasil contemporâneo. Texto para Discussão IE/UNICAMP, n. 279, 2016. Disponível em: <https://www.eco.unicamp.br/images/arquivos/artigos/3482/TD279.pdf>. Acesso em 26 ago. 2025.
COSTA, V. M.; RIBEIRO, R. C. L.; FAGUNDES, A. A.; BARBOSA, K. B. F.. Ligas Acadêmicas na formação do profissional de saúde para o Sistema Único de Saúde: potencialidades e desafios. DEMETRA: Alimentação, Nutrição & Saúde, v. 15, p. e46974, 2020. DOI: https://doi.org/10.12957/demetra.2020.46974.
FÓRUM ECONÔMICO MUNDIAL. Relatório sobre o Futuro dos Empregos 2025: 78 milhões de novas oportunidades de emprego até 2030, mas é preciso melhorar a qualificação das forças de trabalho urgentemente. Genebra: World Economic Forum, 2025. 5 p. Disponível em: <https://reports.weforum.org/docs/WEF_Future_of_Jobs_2025_Press_Release_PTBR.pdf>. Acesso em: 08 dez. 2025.
FREITAS, P. F. P.; MONTEZANO, L.; ODELIUS, C. C.A influência de Atividades Extracurriculares no Desenvolvimento de Competências Gerenciais em Grupos de Pesquisa. Administração: Ensino e Pesquisa, v. 20, n. 1, p. 12–49, 2019. DOI: https://doi.org/10.13058/raep.2019.v20n1.1070.
FREY, M. R.; FREY, I. A. A Contribuição do Estágio Supervisionado na Formação do Bacharel em Ciências Contábeis. Contabilidade Vista & Revista, v. 13, n. 1, p. 93–104, 2002. Disponível em: https://revistas.face.ufmg.br/index.php/contabilidadevistaerevista/article/view/190. Acesso em: 13 mar. 2025.
GIL, A. C. Métodos e técnicas de pesquisa social. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2023.
GODOY, A. S. Introdução à pesquisa qualitativa e suas possibilidades. Revista de Administração de Empresas, v. 35, n. 2, p. 57-63, 1995. Disponível em: <https://periodicos.fgv.br/rae/article/view/38183>. Acesso em: 14 ago. 2026.
GONDIM, S. M. G. Perfil profissional e mercado de trabalho: relação com a formação acadêmica pela perspectiva de estudantes universitários. Estudos de Psicologia, v. 7, n. 2, p. 299-309, 2002. Disponível em: <https://repositorio.ufba.br/bitstream/ri/2695/1/a11v07n2.pdf>. Acesso em: 14 ago. 2026.
GOULART, G. S. et al. Contribuições de uma liga acadêmica para a formação universitária: revisão de literatura. In: Simpósio de Ensino, Pesquisa e Extensão (SEPE), 2021. DOI:10.48195/sepe2021-108.
HOWARD, E.; SARBAUM, J. Addressing Study Skills, Learning Theory and Critical Thinking Skills in Principles of Economics Courses. Frontiers in Education, v. 7, p. 1-8, 2022. DOI: https://doi.org/10.3389/feduc.2022.770464.
LIMA, T. P. P.; SANTOS, T. A. S. A Voz e Vez dos Regentes: Desafios e Possibilidades do Estágio Curricular Obrigatório. Revista Brasileira de Pesquisa em Educação em Ciências, v. 23, p. e41359, 1-18, 2023. DOI: https://doi.org/10.28976/1984-2686rbpec2023u427444.
LOUREIRO, M. R. A participação dos economistas no governo. Análise - Revista de Administração da PUCRS, v. 17, n. 2, p. 345-359, 2006. Disponível em: <https://revistaseletronicas.pucrs.br/face/article/view/314>. Acesso em: 05 fev. 2026.
LUNA, I. N.; BARDAGI, M. P.; GAIKOSKI. M. M.; MELO, F.S.. Empresas juniores como espaço de desenvolvimento de carreira na graduação: reflexões a partir de uma experiência de estágio. Revista Psicologia: Organização e Trabalho, v. 14, n. 4, p. 441-451, 2014. Disponível em: <https://pdfs.semanticscholar.org/e397/f1b6df50cce93b2e509447f80415a61b520a.pdf>. Acesso em: 14 ago. 2026.
MACHINESKI, R.; MACHADO, A. C.; SILVA, R. A importância do estágio e do programa de iniciação científica na formação profissional e científica. Enciclopédia Biosfera, Goiânia, GO, v. 7, n. 13, p. 1562-1574, jul./dez., 2011. Disponível em: <https://www.conhecer.org.br/enciclop/2011b/ciencias%20humanas/a%20importancia.pdf>. Acesso em: 14 ago. 2026.
MACIEL, M. M.; BARBOSA, E. T.; NUNES FILHO, M.. Do conhecimento acadêmico às práticas empresariais: o caso da empresa júnior de Administração da UFPB. In: Anais do X Encontro de Iniciação à Docência da UFPB-PRG. Disponível em: <http://www.prac.ufpb.br/anais/IXEnex/iniciacao/documentos/anais/7.TECNOLOGIA/7CCSADFCMT02.pdf>. Acesso em: 14 de nov. 2025.
MORETTO NETO, L.; JUNKES, P. N.; ROSAURO, D. Z.; BENKO, F. (Orgs). Empresas Júnior: espaço de aprendizagem. Florianópolis, 2004.
MORIN, E. Ciência com consciência. Tradução de Maria D. Alexandre e Maria Alice Sampaio Dória. 8. ed. rev. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2005.
OLIVEIRA, A. A. Contribuição do estágio supervisionado na formação dos alunos dos cursos de graduação em Administração e Ciências Contábeis da Universidade de Brasília. 2018. 58 f. Monografia (Graduação em Ciências Contábeis) – Universidade de Brasília, Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade, Brasília, 2018.. Disponível em: <https://bdm.unb.br/bitstream/10483/22665/1/2018_AndrezaAraujoDeOliveira_tcc.pd>. Acesso em: 04 dez. 2025
PINTO, J. A. C. O estágio universitário remunerado e a questão da precarização: análise da situação dos estudantes de Economia da UFBA nos anos de 2004 e 2005. Monografia (Graduação em Ciências Econômicas) – Universidade Federal da Bahia, Salvador, 2005. Disponível em: <https://repositorio.ufba.br/bitstream/ri/9930/1/Jeane%20Pintoseg.pdf>. Acesso em: 14 set. 2025.
QUEIROZ, S.; MUNHOZ, V. C. V. A curricularização da extensão no curso de Ciências Econômicas da UFU: relato dos desafios, propostas e perspectivas. Revista Economia Política do Desenvolvimento, Maceió, v. 14, n. 31, p. 132–149, jan./jul. 2023. DOI: https://doi.org/10.28998/2594-598X.2023v14n31p132-149.
RIBEIRO, R. M. L.; SILVA, H. P. O contexto da atuação profissional do economista e a formação em ciências econômicas. Programa de Apoio à Iniciação Científica, v. 1, n. 133-152, 2013. Disponível em: <https://cadernopaic.fae.edu/cadernopaic/article/view/12>. Acesso em: 18 jun. 2025.
RODRIGUES, D. S.; CAVALCANTE, B. G.; LINS, S. R. A.; SANTOS, J. E.; BARREIRO, R. G.. Estágio não obrigatório em terapia ocupacional: realidade de estudantes de uma universidade pública. Cadernos Brasileiros de Terapia Ocupacional, 33, e3844, 2025. DOI: https://doi.org/10.1590/2526-8910.ctoAO396238441.
SANTOS, R.; ALVES, A. A. "Eu conseguia ligar os pontinhos": a importância do estágio supervisionado na formação do/a assistente social. In: Anais do 16º Encontro Nacional de Pesquisadores em Serviço Social – ENPESS, Vitória: Ufes, 2018. Disponível em: <https://periodicos.ufes.br/abepss/article/view/22600>. Acesso em: 16 jun. 2025.
SARDI, R. G.; CARVALHO, P. R.. A docência na educação a distância: uma análise crítica da prática profissional. Psicologia em Estudo, v. 27, p. e48799, 2022. DOI: https://doi.org/10.4025/psicolestud.v27i0.48799.
SOUZA, J. B. N.; PONTES, H. A. N.; SALES, M. F.; LOPES, S. J. C.. A importância dos projetos de extensão na formação acadêmica universitária e para a sociedade. Brazilian Journal of Education, v. 2, n. 1, 2024. DOI: http://dx.doi.org/10.47538/BJE-2024.V2N1-03.
SOUZA, J. E.; SILVA NETO, A. F. A práxis curricular do estágio supervisionado em filosofia e a constituição da identidade profissional docente. Cadernos do PET Filosofia, Teresina, v. 9, n. 17, p. 40-49, 2018. DOI: https://doi.org/10.26694/pet.v9i17.1979.
SOUZA, S. C. I. O ensino de princípios de economia: uma contribuição. Semina: Ci. Sociais/Humanas, Londrina, v. 17, n. 3, p. 329-337, 1996.
TEIXEIRA JÚNIOR, P. R. Diretrizes curriculares nacionais para o ensino superior: a lógica das competências em foco. Crítica Educativa, v. 6, n. 1, p. 1-8, 2020. DOI: https://doi.org/10.22476/revcted.v6.id483.
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO. Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade. Programa de Extensão de Serviços à Comunidade (PESC). São Paulo, 2025a. Disponível em: <https://pesc.fea.usp.br/>. Acesso em: 08 dez. 2025.
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO. Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade. Serviço de Orientação Financeira (SOF). São Paulo, 2025b. Disponível em: <https://jornal.usp.br/universidade/servico-de-orientacao-financeira-na-usp-completa-10-anos-com-inscricoes-para-nova-jornada/>. Acesso em: 08 dez. 2025.
UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS. Instituto de Economia. Economia nas Escolas. Campinas, 2020. Disponível em: <https://www.ie.unicamp.br/ext/projetos-de-extensao/economia-nas-escolas-e-selecionado-entre-projetos-de-extensao-da-unicamp>. Acesso em: 08 dez. 2025.
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALFENAS. Ações de Extensão vigentes, 2025. Alfenas, 2025. Disponível em: <https://sistemas.unifal-mg.edu.br/app/caex/comum/paginas/acoesVigentes.php#Projeto>. Acesso em: 08 dez. 2025.
UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS. Pró-Reitoria de Extensão. Clínica Financeira Universitária. Belo Horizonte, 2025. Disponível em: <https://www.ufmg.br/proex/clinicafinanceirauniversitaria/>. Acesso em: 08 dez. 2025.
URQUÍA-GRANDE, E.; ESTÉBANEZ, R. P. Bridging the gaps between higher education and the business world: internships in a faculty of economics and business. Education + Training, v. 63, n. 3, p. 490-509, 2020. DOI: https://doi.org/10.1108/ET-01-2018-0017.
WEGNER, R. C.; FERNANDES, M. P.; CARVALHO, J. N.; SILVA, M. P. O.. Economia no Centro Integrado de Educação Pública (CIEP): relato de experiência de graduandos junto a secundaristas. Em Extensão, v. 21, n. 2, p. 179-194, 2022. DOI: https://doi.org/10.14393/REE-v21n22022-66207.
Descargas
Publicado
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2026 Leonardo Marchi Vido, Kellen Rocha de Souza

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución-NoComercial-SinDerivadas 4.0.