A DIVERSIDADE DO PENSAMENTO CULTURAL NA GEOGRAFIA: DAS ORIGENS ALEMÃS À ESCOLA FRANCESA

Autores

DOI:

https://doi.org/10.29327/243949.6.12-7

Palavras-chave:

Geografia Cultural, História do Pensamento Geográfico, Escola Alemã, Escola de Berkeley, Escola Francesa

Resumo

Este artigo propõe uma análise da diversidade do pensamento cultural na Geografia a partir das contribuições das escolas alemã, de Berkeley e francesa, conforme sistematização teórica de Valverde (2019) e sua complementação em Valverde (2024). O objetivo é compreender como diferentes tradições geográficas abordaram a relação entre cultura e espaço, estabelecendo as bases epistemológicas para o desenvolvimento da Geografia Cultural enquanto subcampo da ciência geográfica. A metodologia fundamenta-se na abordagem contextual de Berdoulay (2013), que permite articular fatores internos e externos à produção do conhecimento geográfico. Os resultados indicam que a Geografia Cultural emerge de múltiplas matrizes teóricas: a tradição alemã, com Ratzel e o conceito de landschaft; a Escola de Berkeley, com Sauer e a morfologia da paisagem cultural; e a Escola Francesa, com Vidal de La Blache e a noção de gênero de vida.

Biografia do Autor

Bruno Picchi, Universidade de São Paulo

Geógrafo e Mestre em Geografia - UNESP Rio Claro

Doutor em Geografia Humana - USP

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Publicado

16-08-2026

Como Citar

PICCHI, Bruno. A DIVERSIDADE DO PENSAMENTO CULTURAL NA GEOGRAFIA: DAS ORIGENS ALEMÃS À ESCOLA FRANCESA. Boletim Alfenense de Geografia, [S. l.], v. 6, n. 12, p. 125–152, 2026. DOI: 10.29327/243949.6.12-7. Disponível em: https://publicacoes.unifal-mg.edu.br/revistas/index.php/boletimalfenensedegeografia/article/view/3069. Acesso em: 24 ago. 2026.