Críticas e contraposições entre os modelos Novo-Clássico e Novo-Keynesiano
Abstract
O paradigma macroeconômico representado pela Síntese Neoclássica nas décadas de 1950 e 1960 passou a ser questionado devido ao cenário mundial acometido pelo fenômeno da estagflação. No início de 1970, Friedman e Lucas introduziram a abordagem Novo-Clássica que, além de discorrer sobre os modelos dos ciclos monetários, originou uma segunda corrente: o modelo do Ciclo Real de Negócios. No fim da década de 1970, a teoria Novo-Keynesiana surge em contraposição a alguns aspectos da abordagem Novo-Clássica. O presente trabalho objetiva trazer as principais críticas e contraposições disponíveis na literatura econômica sobre essas correntes, buscando evidenciar os pressupostos de maior relevância de ambas as teorias. Para isto foi feita uma revisão bibliográfica, bem como uma discussão de estudos correlatos. Com fundamento no arcabouço teórico analisado, conclui-se que as teorias Novo-Clássica e Novo-Keynesiana não são excludentes, mas contrastantes em certos aspectos, o que evidencia a importância dos paradigmas na construção do pensamento macroeconômico.Downloads
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