TRANSDISCIPLINARIDADE E COMPLEXIDADE PARA A ANÁLISE DO FENÔMENO CRIMINAL

Autores/as

Palabras clave:

Transdisciplinaridade, Complexidade, Crime

Resumen

O presente estudo tem como objetivo analisar a complexidade e a transdisciplinaridade de Edgar Morin como vetores para a compreensão do fenômeno criminal, com o objetivo de formular uma linha inicial de adequada resposta estatal. Objetiva-se, também, refletir a respeito de algumas das teorias que buscam explicar a criminalidade, verificar suas limitações e investigar a necessidade de um olhar global sobre o assunto. A temática se mostra fundamental em solo pátrio e em dias atuais uma vez que a criminalidade, como fenômeno humano e social, irradia reflexos na vida de toda a sociedade, sendo o assunto relevante para todo cidadão, eis que impactado, das mais diversas formas (seja financeiramente, psicologicamente ou fisicamente),  pelos resultados danosos dos crimes praticados. Portanto, conhecer e entender sua dinâmica e seus atores é essencial na busca de políticas públicas adequadas para prevenir o delito, intervir eficazmente sobre a pessoa desviante e aperfeiçoar os modelos de resposta. Para tanto, o método utilizado é aplicado, explicativo, qualitativo e bibliográfico. Ao final, chega-se à conclusão de que a compreensão do fenômeno para os fins almejados exige o abandono dos radicalismos e das visões fragmentadas de mundo, exige, em síntese, a religação dos saberes.   

Biografía del autor/a

  • Margarete Panerai Araujo, Faculdades reunidas de Taquara

    Pós-doutorado em Administração Pública e de Empresas em Políticas e Estratégias pela FGV EBAPE/RJ; e pós-doutorado em Comunicação Social, Cidadania e Região na UMESP nas Cátedras UNESCO de Comunicação e Gestão de Cidades. Possui Doutorado em Comunicação Social pela PUCRS, Mestrado em Serviço Social, e Especialização em Antropologia Social.

Publicado

19-12-2023

Cómo citar

TRANSDISCIPLINARIDADE E COMPLEXIDADE PARA A ANÁLISE DO FENÔMENO CRIMINAL. (2023). Cadernos de Estudos Interdisciplinares, 5(3), 46-59. https://publicacoes.unifal-mg.edu.br/revistas/index.php/cei/article/view/2207