Biolexicografia e Paradigma Lexicográfico Distribuído
Ensaio sobre Léxico Digital, Inteligência Coletiva e Soberania da Linguagem
DOI:
https://doi.org/10.5281/zenodo.23892501Palavras-chave:
Biolexicografia, Lexicografia digital, Linguística Aplicada, Inteligência coletiva, Léxico digitalResumo
Este ensaio propõe a biolexicografia distribuída como reflexão teórico-propositiva sobre os limites da dicionarização centralizada diante da fluidez lexical em ambientes digitais. Fundamentado na Linguística Aplicada como ciência social, o texto articula lexicografia, inteligência coletiva, estigmergia e consenso distribuído para pensar novas formas de registro do léxico. Defende-se que o dicionário pode deixar de operar como arquivo estático para constituir-se como sistema vivo, responsivo e atravessado pela agência dos falantes. Conclui-se que a biolexicografia oferece uma via crítica para pensar soberania lexical e resistência ao apagamento linguístico.
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